As transformações
sociais e econômicas do século XVII e XVIII vivenciadas em todo o
continente europeu influenciaram as preocupações intelectuais de
Max Weber. A Alemanha teve o desenvolvimento capitalista e
intelectual diferente do restante da Europa, enquanto França e
Itália vivenciavam as revoluções burguesas republicanas e
industriais a Alemanha permanecia monárquica e agrária.
As sociedades
modernas eram formadas a partir de uma profunda diversidade social, o
restante do continente europeu em suas teorias políticas, econômicas
e sociais buscava a universalidade através dos nacionalismos, do
positivismo em relação ao progresso técnico e científico
proporcionado pelo sistema capitalista industrial. Já os alemães
apresentavam um amplo interesse pela História particular de cada
povo e pela diversidade. O pensamento alemão pode ser sintetizado na
associação entre História, esforço interpretativo e facilidade em
discernir diversidades.
Nesse sentido, a
sociedade é analisada sob uma perspectiva histórica e nesse ponto
apresentam-se as divergências entre Max Weber e Émile Durkheim,
isto é, entre Positivismo e idealismo, cuja principal diferença
está em como cada um encara a História.
O Positivismo possui
a idéia de lei geral e História universal – excluí as
particularidades de cada povo e delimita um território formando um
Estado-Nação – e compara uma formação social com outra: Para
eles, a História é um processo universal de evolução da
sociedade, ou seja, todos os povos de todos os continentes possuem
uma História única, linear, apenas em estágios diferentes
percebidos pelo método comparativo.
Os Idealistas, por
sua vez, corrente filosófica de Max Weber, defendem a pesquisa
histórica, baseada na coleta de documentos e no esforço
interpretativo das fontes. As diferenças sociais em cada território
ou de uma nação para outra, apresentam-se como de gênese (origem)
e formação, portanto de História, não de estágios de evolução.
A perspectiva respeita o caráter particular e específico de cada
formação social e histórica.
Max Weber combina a
perspectiva histórica de respeito às particularidades e à
Sociologia que ressalta os elementos mais gerais de cada fase do
processo. Para ele, a sucessão de fatos não faz sentido por si só,
os dados são esparsos e fragmentados.
Propõe então o
Método Compreensivo que é o esforço interpretativo do passado e
sua repercussão no momento presente. Assim, o conhecimento histórico
é formado a partir da busca de evidências, onde o método permite
ao cientista dar sentido social e histórico aos fatos separados,
fragmentados.
1. Um pouco de
biografia
Max Weber nasceu em
Erfurt cidade da Alemanha em 21 de Abril de 1864 e pertenceu a uma
família de classe média com bastante influência política e
econômica. Sua mãe, Helene Fallenstein Weber, mulher culta e
liberal, de credo protestante, tornou-se uma marcante personagem na
vida do filho, pois até 1919 trocavam cartas com grande erudição
muito frequentemente. Foi também na casa dos pais que Max Weber
conheceu importantes pensadores do século XIX que frequentavam as
reuniões promovidas por eles.
Até os dezessete
estudou de forma relapsa, sem grandes esforços, mas era reconhecido
como possuidor de um talento excepcional. Mesmo depois que entrou
para a universidade de Direito, Weber passava boa parte do tempo a
embriagar-se em círculos de fraternidades. Estudou matérias
culturais como História, Economia e Filosofia. Interrompeu a
faculdade para ingressar no serviço militar, onde pesou o esforço
físico e a ausência da atividade intelectual. Passou um ano fazendo
serviço militar e retornou à universidade.
Ao concluir o curso,
foi trabalhar nos tribunais de Berlim, depois reingressou na
universidade para os cursos de Direito Comercial, Alemão e Romano,
onde defendeu sua tese de doutorado.
Casou-se com
Marianne Schnitger, sua prima, em 1893 e passou a trabalhar como
professor em Berlim e exercia uma série de trabalhos relacionados ao
Direito. Nos anos seguintes foi aceito à cátedra[2] de Economia na
universidade de Friburgo, depois em Heidelberg, onde conviveu com
seus ex-professores e onde criou um círculo de amizade bastante
fértil intelectualmente.
A partir de 1887 Max
Weber começou a apresentar um quadro patológico de doença mental,
passando por diversas internações em centros de reabilitação e a
realizar viagens em busca de repouso e tratamento. Em uma de suas
viagens, publica parte de sua obra sobre A ética protestante e o
espírito do Capitalismo. Foi na viagem para os Estados Unidos da
América que passou a se interessar sobre a questão do trabalho, da
imigração e de administração pública.
Ao retornar para
seus trabalhos na Alemanha, concluiu a segunda parte de A ética
protestante e o espírito do capitalismo e em seguida, com a
Revolução Russa, acompanhou os acontecimentos pela imprensa russa e
os analisava para situá-los na história cotidiana. Tal atividade
lhe rendeu a publicação de diversos ensaios sobre a Rússia e o
conhecimento autodidata da língua.
Em 1903 Weber funda
com Werner Sombart a revista Archiv für Sozialwissenschaft und
Sozislpolitik e em 1908 ajuda a organizar a Associação Alemã de
Sociologia, onde estimulou pesquisas coletivas sobre associações
voluntárias, ligas atléticas, seitas religiosas e partidos
políticos. Propôs estudos sobre a imprensa e sobre psicologia
industrial.
Com a Primeira
Guerra Mundial, aos cinqüenta anos, tornou-se oficial da reserva
comissionado como administrador de nove hospitais em Heidelberg. De
onde vivenciou um conceito central em sua Sociologia: a burocracia.
Em 1918 Max Weber
deixa suas convicções monarquistas e torna-se um republicano, por
acreditar que esse regime seja mais racional. Recebeu convite de
várias universidades nacionais e estrangeiras, aceitando ficar, em
1919 em Munique. Nesse mesmo ano adoeceu, sendo diagnosticado com uma
pneumonia aguda levando-o à morte em Junho de 1920.
Suas principais
obras:
Do curso da História
Alemã (1877)
A História agrária
romana e seu significado para o Direito Público e Privado (1889)
História das
instituições agrárias (1891)
As tendências na
evolução da situação dos trabalhadores rurais na Alemanha
Oriental (1894)
As causas sociais da
decadência da civilização antiga (1895)
A ética protestante
e o espírito do capitalismo (1904, 1905, 1906-1908)
As relações de
produção na agricultura do mundo antigo (1909)
Economia e Sociedade
(1910-1914)
Ensaio acerca de
algumas categorias da Sociologia compreensiva (1912)
A ética econômica
das religiões universais (1914)
A política como
vocação (1918)
A ciência como
vocação (1918)
Ensaio sobre o
sentido da neutralidade axiológica nas Ciências Sociológicas e
Econômicas (1918)
2. Principais
Conceitos Weberianos
2.1 Ação Social:
uma ação com sentido
Por Ação Social
entende-se a conduta humana (ato, omissão, permissão) dotada de
sentido, ou seja, de uma justificativa elaborada subjetivamente, isto
é, um significado subjetivo dado de forma racional ou irracional por
quem o executa, o qual orienta seu próprio comportamento, tendo em
vista a ação – passada, presente ou futura – de outro ou
outros.
O indivíduo é o
agente social que dá sentido à sua ação, o sentido é
compreendido através da análise do MOTIVO que leva a pessoa à
ação, mas seus efeitos muitas vezes escapam ao controle e previsão
do agente. É pelo motivo que se desvenda o sentido da ação e a
motivação é formulada expressamente pelo agente ou está implícito
em sua conduta.
O motivo da ação
pode ser de três tipos:
I. Dado
pela tradição
II. Dado
por interesses racionais
III. Dado
pela emotividade
Então, tem sentido
social toda ação que leva em conta a resposta ou a reação de
outros indivíduos e é a interdependência entre os sentidos das
diversas ações que dá o caráter social da ação. A tarefa do
cientista é descobrir os possíveis sentidos das ações em todas as
suas consequências.
Ex.: Enviar uma
carta – ato composto de uma série de ações sociais com sentido
Escrever, selar,
enviar e receber – ações com uma finalidade objetiva;
Atores , agentes se
relacionam nessa ação com orientação de motivos diversos: enviar
a carta, ser o atendente no posto dos correios, o carteiro, o
destinatário.
Essa
interdependência entre os diversos motivos que torna a ação
social.
O sentido da ação
é produzido pelo indivíduo através dos valores sociais que ele
compartilha e do motivo que emprega. Prever todas as conseqüências
da ação escapa ao indivíduo e é papel do cientista, a quem cabe
explicar, isto é, captar e interpretar as conexões de sentido
inclusas numa ação.
A conexão entre
motivo e ações sociais revela as diversas instâncias da ação
social: política, econômica ou religiosa.
As ações variam em
grau de racionalidade: à medida que se afastam dos costumes e afetos
elas são mais racionais.
Max Weber elaborou
um quadro de tipos “puros” de ação social:
I. Ação
racional com relação a fins;
II. Ação
racional com relação a valores;
III. Ação
tradicional;
IV. Ação
afetiva.
Ação racional com
relação a fins: Para atingir um objetivo previamente definido,
lança-se mão de meios necessários ou adequados, ambos combinados e
avaliados tão claramente quanto possível de seu próprio ponto de
vista. É uma ação evidente, chegar ao objetivo pretendido
recorrendo aos meios disponíveis.
Erros e afetos
desviam o curso da racionalidade.
Ação racional com
relação a valores: Ação que visa um objetivo, mas agindo de
acordo com ou a serviço de suas próprias convicções, levando em
conta somente a fidelidade a certos valores que inspiram sua conduta.
O sentido da ação não está no resultado ou nas conseqüências,
mas na própria conduta.
Ação irracional
afetiva: A ação é inspirada em suas emoções imediatas sem
considerar os meios ou os fins a atingir.
A ação afetiva
deve ser diferenciada da ação com relação a valores, para evitar
confusões, pois a primeira não se preocupa com os fins a serem
alcançados, muito menos com os meios utilizados para se chegar a
qualquer fim, ela tem uma razão em si mesma. Já em relação aos
valores, o agente da ação elabora racionalmente e conscientemente
onde e como chegar aonde se quer.
Ação tradicional:
baseia-se nos hábitos e costumes.
Determinadas ações
sociais se manifestam com mais freqüência que outras o quê permite
ao cientista perceber tendências gerais que levam os indivíduos, em
dada sociedade, a agir de determinado modo.
Interpretar a ação
social é observar suas regularidades expressas nos usos, costumes e
situações de interesse.
2.2 Relação
Social
Ação é diferente
de relação social, pois nesta o sentido precisa ser compartilhado.
Um exemplo: pedir informação – o indivíduo faz uma ação
social, pois tem um motivo e age em relação a outro, mas o motivo
não é compartilhado.
Um exemplo de
relação social: Sala de aula – estabelece uma relação social
onde o objetivo é compartilhado por todos os envolvidos.
Relação social é
então uma ação social cujo sentido é compartilhado pelas pessoas
envolvidas na ação. É a conduta de várias pessoas orientada,
dotada de conteúdos significativos, que descansam na probabilidade
de que se agirá socialmente de certo modo.
Ao envolver-se em
uma relação, tem-se por referência certas expectativas da conduta
do(s) outro(s). As Relações sociais estão inseridas em e reguladas
por expectativas recíprocas quanto ao seu significado, são ações
que incluam uma mútua referência.
Weber chega à
conclusão de que não existe oposição entre indivíduo e
sociedade, pois quanto mais racional uma relação mais facilmente
ela se traduz em normas e uma norma para se tornar concreta, primeiro
se manifesta nos indivíduos como motivação.
2.3 O Tipo Ideal
Max Weber é um
estudioso do próprio processo de pesquisa social, ele observa que ao
se estudar um determinado fenômeno, o objeto de estudo, aborda-se
apenas um fragmento finito da realidade. O cientista deve compreender
uma individualidade sociocultural formada de componentes
historicamente agrupados, nem sempre quantificáveis, a partir da
análise histórica para explicar o presente e então partir deste
para avaliar as perspectivas futuras.
O que dará a
validez científica a uma pesquisa é o método e os conceitos que o
estudioso utiliza. Assim, é o instrumento que orienta o cientista
social em sua busca de conexões causais, no caso de Weber, o tipo
ideal.
O tipo ideal é um
trabalho teórico indutivo com o objetivo de sintetizar o que é
essencial na diversidade social. Permite conceituar fenômenos e
formações sociais e identificar e comparar na realidade observada
suas manifestações. Os diversos exemplos mantém com o tipo ideal
grande semelhança e afinidade. Ele permite comparações e a
percepção de semelhanças e diferenças.
Ele é então um
instrumento de análise, um modelo acentuado do que é característico
ou fundante no estudo. É uma construção teórica abstrata
utilizada pelo cientista ao longo do seu processo de pesquisa. Três
características definem os limites e as possibilidades do tipo
ideal:
Racionalidade:
escolha de características do objeto relacionadas de modo racional;
Unilateralidade: a
escolha racional acentua unilateralmente os traços considerados mais
relevantes;
Caráter utópico:
não é, nem pretende ser, um reflexo ou repetição da realidade.
O tipo ideal é a
construção de um modelo para permitir a comparação entre o este e
a realidade empírica, observável.
3. A tarefa do
cientista
O cientista, como
todo indivíduo em ação, age guiado por seus motivos, sua cultura e
suas tradições. Isto indica que o cientista parte de sua
subjetividade para realizar uma pesquisa social. Como então
conciliar a parcialidade, necessária à pesquisa, e a subjetividade?
As preocupações do
cientista orientam a seleção e a relação entre os elementos da
realidade a ser analisada. Ao iniciar o estudo vem a busca da
objetividade, a neutralidade é buscada para dificultar a defesa das
crenças e das idéias pessoais e assim poder analisar o objeto de
estudo a partir dos nexos causais que ele apresenta e não daquilo
que o estudioso queira encontrar.
Cabe ao cientista
compreender, buscar os nexos causais que dêem o sentido da ação
social, isto é, compreender que os acontecimentos começam nos
indivíduos. Ao fazer isso, o pesquisador contribui para o
conhecimento não do todo social, mas de uma parte dele, pois uma
teoria é sempre uma explicação parcial da realidade. Assim, um
acontecimento pode ter diversas causas: econômicas, políticas,
religiosas e cada uma compõe um conjunto de aspectos da realidade
que se manifesta nos atos dos indivíduos.
O que garante a
cientificidade de uma explicação é o método de reflexão e os
conceitos escolhidos para guiar a pesquisa, não a objetividade pura
dos fatos. Sendo assim, a análise social envolve sempre qualidade,
interpretação, subjetividade e compreensão.
4. A ética
protestante e o espírito do capitalismo
Esse é o título de
uma das principais obras de Max Weber, talvez tenha sido aquela que
mais que trouxe fama e prestígio. Nela o autor buscava compreender a
relação entre o protestantismo e um comportamento típico do
capitalismo.
Weber foi motivado
pela análise de dados estatísticos que evidenciaram a grande
participação de protestantes entre os homens de negócio, entre os
empregados bem-sucedidos e como mão-de-obra qualificada. A partir
daí procurou observar a conexão entre a doutrina e a pregação
protestante e seus efeitos no comportamento dos indivíduos.
A doutrina e as
pregações mostraram a presença de valores protestantes tais como:
Disciplina, poupança, austeridade, vocação, dever e propensão ao
trabalho. Tais valores formaram a partir da Reforma Protestante no
século XVI uma nova mentalidade – ethos – propício ao
desenvolvimento do capitalismo.
Nesse trabalho, Max
Weber expõe as relações entre religião e sociedade e desvenda
particularidades do capitalismo:
A relação não se
dá por meios institucionais; mas por intermédio de valores
introjetados nos indivíduos e transformados em motivos da ação
social.
Motivação
protestante: trabalho como dever, como vocação. Não visando o
ganho material como o objetivo final.
Como consequência,
os trabalhadores protestantes adaptavam com facilidade ao mercado de
trabalho, também eles acumulavam capital já que a pregação de uma
vida regada e sem usura era predominante. Ao acumularem capital
faziam poupança ou criavam seus próprios negócios como
reinvestimento produtivo.
A ação individual
de cada protestante, com o motivo relacionado a valores vai além de
sua intenção: Virtude e vocação; Renúncia aos prazeres
materiais. Sofre impacto diretamente no meio social ao contribuir com
as bases que promoveram o desenvolvimento capitalista.
Como cientista,
Weber procurou estabelecer as conexões entre os motivos e os efeitos
da ação no meio social. Percebeu que o Protestantismo possuía
afinidade com o racionalismo econômico, enquanto o catolicismo
difundia o ascetismo[3] contemplativo, isto é, um conjunto de
valores mais para a meditação do que para a ação prática.
Weber procurou fazer
a construção do tipo ideal de capitalismo ao estudar as diversas
características das atividades econômicas em várias épocas e
lugares e chegou ao seguinte resultado:
Capitalismo è
organização econômica racional assentada no trabalho livre e
orientada para um mercado real, não para a mera especulação ou
rapinagem.
Características do
sistema capitalista:
separação entre
público e privado;
utilização técnica
do conhecimento científico – ciência;
direito e
administração racionalizados.
Esse e outros
trabalhos de Max Weber situam-se na área da Sociologia da Religião
e seu esforço intelectual consistiu em observar na esfera religiosa
um conjunto de valores que conduziram à racionalização das
condutas dos fiéis. Fenômeno fundamental para a transformação das
práticas econômicas e para a constituição da estrutura das
sociedades modernas.
Weber entende que
cada religião constitui uma individualidade histórica, rica e
complexa. Por isso seu objetivo era compreender as conseqüências
práticas da religiosidade para a conduta social e ao persegui-lo,
notou que a religião pode fomentar o racionalismo prático e
intensificar a racionalidade metódica, sistemática, do modo
exterior de levar a vida.
Esse é um processo
que ocorre ao nível da organização da comunidade e traduz-se ao
nível das concepções de mundo. De um lado estão os virtuosos,
tendo legitimada sua boa sorte. Os menos afortunados são apoiados
pela criação do mito da salvação. No cristianismo construiu-se a
figura do redentor, salvador, como uma explicação racional para a
história da humanidade. A atitude religiosa ascética leva o
virtuoso a submeter os impulsos naturais ao modo sistematizado de
levar a vida. Mudança na comunidade religiosa que se desdobra num
domínio racional do universo.
5. Visão geral de
Max Weber
Weber mostrou a
fecundidade da análise histórica e da compreensão qualitativa dos
processos históricos e sociais e apontou a especificidade das
ciências humanas: o homem como um ser diferente das demais espécies
e então sujeito a leis de ação e comportamentos próprios.
Defendeu o
indeterminismo histórico, isto é, reafirmando a não existência de
leis preexistentes que regulem o desenvolvimento da sociedade ou a
sucessão de tipos de organização social.
E contribuiu para a
consolidação da Sociologia como ciência ao compor o método
compreensivo e discutir a relação entre subjetividade e
objetividade do trabalho de pesquisa, posicionando-o como um dos
clássicos da Sociologia e um de seus mais proeminentes
representantes.
Osvaldo Teles
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