domingo, 19 de julho de 2015

O Gambá e a preservação do meio ambiente


A sua fundação ocorreu em 14 de abril de 1982, a partir da iniciativa de um grupo de técnicos e profissionais liberais preocupados com o avanço da degradação ambiental na Bahia, e a ata de fundação foi assinado por onze pessoas. Que busca a preservação e conservação do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável busca também a recuperação de áreas degradas através da produção de mudas nativas e do reflorestamento, que é uma importante iniciativa para a conservação de recursos naturais como a água, o solo e a biodiversidade, outra área de atuação do Gambá e o acompanhamento de políticas publicam voltada para o meio ambiente.

1° Observatório de Políticas Públicas
2° Divulgando a Mata Atlântica
3° Observatório das Políticas Públicas de Salvador
4° Capacitação para Implementação de Planos Municipais de Conservação e Restauração da Mata Atlântica
5° Criação e Gestão Integrada de Áreas Protegidas no Sul da Bahia
6° Secretaria Executiva do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica – CERBMA
7° Participação em colegiados de Meio Ambiente (conselhos, comitês, comissões).
8° Monitoramento da Gestão Ambiental da Bahia
9° Acompanhamento da agenda ambiental nacional

Tendo a sua área de atuação na região do recôncavo Baiano desenvolvendo técnicas de produção de mudas nativas e reflorestamentos de áreas degradadas dos biomas da Mata Atlântica e Caatinga. O financiamento destes projetos vem através de editais públicos e fundos de doação dos sócios que gira em torno de 200 e de trabalho voluntário. Grupo Ambientalista da Bahia é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, constituída com a finalidade de promover a conservação do Meio Ambiente, o desenvolvimento sustentável e a formação da cidadania, baseada em princípios democráticos e de justiça social. A questão ambiental pertence a todos dentro de um contexto social, o Gambá tem acento em alguns conselhos ou comissão vinculada à gestão publica, o dialogo deve ser constante entre os diversos grupos da
sociedade organizada, na formação da cidadania com enfoque para a transversalidade da Educação Ambiental nas diversas ações da entidade, para a divulgação de informações e a mobilização social. A sua gestão é feita em cima do estatuto do grupo nas discussões nas assembleias e ordenação executiva, metas das atividades a ser realizadas. A senhora Lilite Cintra relata encontrar dificuldades para manutenção de projetos, retrocesso na gestão ambiental do estado (Cepram) o órgão do estado que dá licença ambiental para grandes empreendimentos, havendo conflito de interesse e de fazendeiros contrario a implantação de alguns projetos.

Compromissos

• Defesa dos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e eficiência;
• Atuação no fortalecimento do processo democrático de participação da sociedade, incluindo a identificação dos mecanismos de participação pública nas tomadas de decisões governamentais;
• Incentivo à ocupação dos espaços de representação da sociedade civil;
• Busca dos caminhos para a transformação social;
• Defesa da ética no movimento ambientalista;
• Defesa do princípio da precaução como imperativo de resguardar a sociedade de riscos e incertezas resultantes das atividades econômicas;
• Empenho pela efetivação de iniciativas de produção social regidas pelo princípio da sustentabilidade ambiental e das tecnologias limpas em particular;
• Ampliação da legitimidade social da instituição, mediante o aumento de associados e na promoção de iniciativas que permitam sua sistemática participação;
• Empenho para o desenvolvimento institucional, prevendo planejamento; monitoramento e avaliação das atividades;
• Disseminação das informações acumuladas e das experiências de trabalho;
• Empenho na busca de mecanismos que possam viabilizar os recursos; financeiros indispensáveis para a manutenção das suas ações primordiais em curso, enfatizando: a realização de projetos, a busca de parceiros doadores e a venda de serviços e produtos.

sábado, 18 de julho de 2015

Por que idealizamos

Por que idealizamos um sonho, um amor, esperamos por ele, e quando nos damos conta, estamos apaixonados, perdidamente apaixonados por pesadelos, ou por pessoas que sequer imaginamos, o AMOR, tão genuíno, faz que isso aconteça, e num belo dia, nos vemos apaixonados por pessoas estranhas, que nós nunca imaginaríamos. Ser racional ou não? Ser levado pela emoção, ou deixar que a razão fale mais alto? Ser fervorosamente feliz, com a dúvida de um que dia possamos nos arrepender, ou não. Ou ir pelo caminho certeiro? Onde seremos parcialmente felizes? Pois eu digo, eu prefiro ser fervorosamente feliz hoje, pois amanhã nós nem sabemos se irá existir, ser irracional e feliz, nem que por um minuto, pois a vida é feita de momentos, e não podemos desperdiçar nenhum deles. Temos que aceitar todos, temos que ser irracionais, para que o nosso coração seja feliz, se satisfaça, e não fique sempre querendo mais, levar-se pela emoção que é o ápice da vida, e não privarmos, por medo, medo de simplesmente SER FELIZ, é melhor atirar-se em busca de uma felicidade louca, e avassaladora, do que nos prendermos na tristeza de nossa solidão, e nessa sede incessável de certeza. É melhor ser irracional, deixar que todos os sentimento nos habitem, e alimentá-los, pois os sentimentos são irracionalidades e isso inclui todos os sentimentos.

domingo, 12 de julho de 2015

A contribuição de Pierre Bourdieu para o Serviço Social


Pierre Bourdieu contribuiu com o Serviço Social na conscientização dos indivíduos para romper com o sistema de dominação proposta pelo Estado, defendendo uma proposta de educação social, o autor defende a educação como meio de ruptura dos paradigmas da dominação. Se sua obra constitui uma das mais importantes contribuições à renovação da sociologia crítica, ele permite também a reflexão de múltiplos objetos das ciências humanas, sua sociologia se constrói em torno do desenvolvimento das relações de forças e dos mecanismos invisíveis que se estabelecem no corpo social. É por via da conscientização e da identificação de classe que o Serviço Social pretende alcançar a emancipação dos setores oprimidos da sociedade. Esta emancipação dá-se pelo combate à “falsa consciência” dos indivíduos e seu direcionamento para o reconhecimento dos mecanismos estruturais opressores responsáveis pela sua condição. Propõe-se a uma critica do funcionalismo sutil das desigualdades face á Cultura. Desta situação que origina sua concepção de dominação simbólica, assim, nossos questionamentos se dão no âmbito das tensões colocadas entre o universo-politico e ético-politico do Serviço Social enquanto uma profissão em confronto com a necessidade de exercício do poder simbólico no qual estar inserido o Serviço Social. O sociólogo procurou mostrar que as relações de força, entre os agentes sociais apresenta-se sempre na forma transfigurada de relações, no sentido a violência simbólica, outro tema central da sua obra, não era considerada por ele como um puro e simples instrumento ao serviço da classe dominante, mas como algo que se exerce também através do jogo entre os agentes sociais.